





Tem muita coisa legal rolando em O Poder e a Lei, incluindo o enredo da série e o personagem principal, Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo). Baseada nos livros de Michael Connelly, a série policial de sucesso acabou de ser renovada para a temporada 5 e acompanha a vida pessoal e profissional de Mickey como um advogado de defesa em Los Angeles. A diferença é que, em vez de trabalhar em um escritório, ele prefere trabalhar em seu carro, um Lincoln. Com atuações cativantes, uma trama viciante e um ritmo praticamente perfeito, O Poder e a Lei é uma série fácil de maratonar e que sempre deixa o público querendo mais.
Se você está nessa situação, não se preocupe. Compilamos algumas séries que têm um ou até mesmo vários dos elementos que fazem O Poder e a Lei ser tão legal, como protagonistas incríveis, mistérios não resolvidos e dramas dentro e fora do tribunal. Pode acreditar: se você ama a série, também vai amar nossas dicas.

Traições são sempre complicadas, ainda mais quando viram notícia de jornal. Sophie Whitehouse (Sienna Miller) sente isso na pele quando ela e o resto da Inglaterra descobrem que seu marido, James (Rupert Friend) — um político em ascensão e pai de dois filhos — está tendo um caso com a assistente, Olivia Lytton (Naomi Scott). A vida da família Whitehouse muda para sempre após o escândalo ser revelado, mas a situação fica cada vez pior: James foi acusado de estuprar Olivia e, agora, será julgado por isso. A promotora é Kate Woodcroft (Michelle Dockery), uma advogada excelente e ambiciosa que fica misteriosamente desconcertada ao longo do julgamento. Adaptação do livro homônimo de Sarah Vaughan, Anatomia de um Escândalo é uma série surpreendente que você não vai querer perder.

Nesta série spin-off de Breaking Bad, conhecemos mais sobre a história de Jimmy McGill (Bob Odenkirk), outro advogado criminalista brilhante e complicado que recebe a simpatia do público. A temporada 1 está ambientada seis anos antes dos eventos de Breaking Bad, ou seja: bem antes de Jimmy se tornar o inesquecível Saul Goodman. Na época, o apelido dele ainda era “Jimmy Escorregão” por conta do passado como golpista, mas Jimmy está decidido a deixar essa fama para trás e se tornar um advogado respeitável. O problema é que mudar nem sempre é fácil, e as tendências suspeitas de Jimmy acabam invadindo os planos. É assim que nasce o teatral e moralmente questionável Saul. Better Call Saul foi aclamada pela crítica e indicada a mais de 30 prêmios Emmy®, e muitos acreditam que é ainda melhor que a série que a originou. Vamos deixar você bater o martelo e decidir.

O charmoso Richard Madden interpreta o sargento David Budd neste suspense político que, ao estrear em 2018, se tornou a série de drama mais assistida da BBC em uma década. David é um veterano do Exército Britânico que sofre de transtorno de estresse pós-traumático, o que causou problemas para a esposa, Vicky (Sophie Rundle), e os dois filhos. Agora, ele trabalha como principal policial de proteção (PPO) na Polícia Metropolitana de Londres. Sua missão mais recente é proteger a ambiciosa Ministra do Interior, Julia Montague (Keeley Hawes). Um clima de tensão sexual logo começa a rolar entre os dois, mas David detesta as decisões políticas da mulher. Com a linha entre vida pessoal e vida profissional cada vez mais incerta, será que David vai conseguir separar suas crenças de suas obrigações? Cabe a você investigar a fundo.

Se você gosta de acompanhar as missões de Cisco para encontrar pistas e investigar pontas soltas dos casos de Mickey, então pode se interessar por esta série britânica sobre uma equipe que investiga casos arquivados. Por conta de sua fama não tão boa entre os colegas de trabalho, o inspetor-chefe Carl Morck (Matthew Goode) é rebaixado e terá que liderar uma nova unidade. O escritório fica no porão e a equipe é formada pela ousada detetive Rose (Leah Byrne) e pelo inteligente ex-policial Akram Salim (Alexej Manvelov), para a tristeza de Carl. No entanto, tudo muda quando eles se deparam com o caso de uma advogada que desapareceu há cinco anos. Logo, os três tentam encontrar respostas.

Quando um porta-aviões britânico é atacado no Golfo Pérsico, a nova embaixadora dos EUA no Reino Unido, Kate Wyler (Keri Russell), é enviada em uma missão para evitar o início de uma guerra. A princípio, os Estados Unidos acreditam que o Irã está por trás dos ataques, mas logo fica claro que as coisas não são bem o que parecem. Apesar das dúvidas iniciais sobre sua qualificação para o posto, Kate logo entende que precisa usar suas habilidades de convencimento e diplomacia para evitar que a catástrofe se intensifique ainda mais. No meio dessa crise internacional, Kate também precisa encarar seu conturbado casamento com Hal Wyler (Rufus Sewell), outro diplomata.

Baseada em no livro homônimo do renomado escritor de mistérios Harlan Coben, esta série de investigação promete inúmeras reviravoltas. Quando conhecemos a mãe e ex-piloto militar Maya Stern (Michelle Keegan), ela está de luto pelas mortes recentes de seu marido, Joe Burkett (Richard Armitage), e sua irmã, Claire Walker (Natalie Anderson). Mas, duas semanas depois do funeral de Joe, Maya se depara com imagens da câmera escondida no quarto da filha deles, Lily (Thea Taylor-Morgan), que mostram o marido aparentemente vivo e brincando com a menina. Enquanto busca informações sobre o passado de Joe e da família dele, Maya descobre que a matriarca Judith Burkett (Joanna Lumley) vai fazer de tudo para impedir que ela chegue perto da verdade.

Anna Delvey (Julia Garner) parece ter tudo. Ela vive em um hotel chique em Nova York, frequenta os melhores restaurantes, malha com uma personal trainer (Laverne Cox) e tem planos de inaugurar a Fundação Anna Delvey, um clube da elite para artistas e pessoas criativas. Nada fora do comum para uma herdeira montada na grana, certo? Só tem um detalhe: Anna Delvey não é herdeira. Ela nem é Anna Delvey. Seu nome real é Anna Sorokin, e ela criou a personagem para aplicar golpes. Foi assim que angariou milhares de dólares em dinheiro, bens e serviços. Quando ela finalmente é desmascarada, a jornalista Vivian Kent (Anna Chlumsky) vai atrás de Anna para escrever uma matéria sobre o caso. Ao longo da história, vai ficando cada vez mais difícil distinguir o que é real, o que é ficção e o que vai além dessas duas categorias.

Esta série de época italiana foi inspirada na história real da primeira advogada da Itália. Na Turim do século 19, a inteligente Lidia Poët (Matilda De Angelis) investiga assassinatos ao estilo Sherlock Holmes e luta pelo direito de exercer a profissão, tal qual seus colegas homens. Apesar de Lidia ser formada e possuir registro junto à Ordem dos Advogados, sua inscrição é anulada basicamente por ela ser mulher e, portanto, estar proibida de assinar documentos legais. Lidia conta com a ajuda de Enrico (Pier Luigi Pasino), seu irmão mais velho que também é advogado e hesita um pouco diante da ideia de Lidia trabalhar como advogada, e Jacopo (Eduardo Scarpetta), um encantador jornalista com o poder de dar destaque à história da moça e sua luta por igualdade.

Depois de salvar o dia após um ataque com bomba no metrô de Washington, o agente do FBI Peter Sutherland (Gabriel Basso) fica encarregado de monitorar uma linha telefônica de emergência da “Ação Noturna”, um programa de investigação ultrassecreto da agência. “O telefone raramente toca”, afirma Diane Farr (Hong Chau), a chefe do gabinete da Casa Branca. Mas é claro que logo chega uma ligação. Quem está telefonando é Rose Larkin (Luciane Buchanan), uma ex-CEO de cibersegurança que estava com a tia e o tio — ambos agentes noturnos secretos — quando a casa deles foi atacada. Antes de serem assassinados, os dois entregam a Rose o número e o código para entrar em contato com Peter. Rose é resgatada e Peter a mantém sob proteção, mas é então que ela revela algo ainda mais preocupante: sua tia contou que alguém da Casa Branca não é confiável. Agora, cabe a Peter encontrar o informante, manter Rose em segurança e, de quebra, salvar o país.

Se você gosta da abordagem pouco tradicional de Mickey Haller como advogado criminal, esta série de comédia pode ser a pedida certa. A nova versão da popular série de mesmo nome traz Abby Stone (Melissa Rauch), a filha do falecido juiz Harry Stone (Harry Anderson), no papel de magistrada no plantão noturno no tribunal de Manhattan. John Larroquette retorna como Dan Fielding, um ex-promotor de justiça que agora é defensor público. A juíza Stone assume os casos um tanto estranhos do plantão noturno, junto com diversas estrelas convidadas — algumas das quais já até apareceram na série original.

Em casos de extorsão contra o governo, uma pessoa que está sendo julgada em um processo criminal ameaça revelar segredos de estado se as acusações contra ela não forem retiradas. O trabalho de Owen Hendricks (Noah Centineo), um advogado novato da CIA, é analisar centenas de cartas de extorsão e determinar quais são verdadeiras. Até que, certo dia, ele se depara com Max Meladze (Laura Haddock), uma ex-agente da CIA que tem segredos para revelar. Owen decide visitar Max na prisão e acaba mergulhando de cabeça no perigoso mundo da espionagem internacional, vivendo situações de extremo risco. Tudo isso enquanto tenta levar a vida normal de alguém na casa dos 20 anos.

Os melhores advogados são os mais persuasivos, certo? É assim que Mike Ross (Patrick J. Adams) acaba indo trabalhar na Pearson Hardman, um famoso escritório de advocacia na cidade de Nova York, mesmo tendo largado a faculdade antes de conseguir o diploma. Com uma excelente memória fotográfica, Mike fez carreira prestando vestibulares e exames da Ordem dos Advogados para outras pessoas. Até que ele acaba conhecendo Harvey Specter (Gabriel Macht), uma estrela da Pearson Hardman, e é contratado por ele. Agora, os dois estão determinados a ganhar todos os processos judiciais e, ao mesmo tempo, manter em segredo a verdade sobre as credenciais de Mike. Para isso, terão que agir sem levantar suspeitas de inimigos como Louis Litt (Rick Hoffman) e colegas como Rachel Zane (Meghan Markle), Donna Paulsen (Sarah Rafferty) e Jessica Pearson (Gina Torres).

No verão de 2008, Marie Adler (Kaitlyn Dever) foi estuprada em seu apartamento por um homem mascarado que tinha uma marca de nascença na panturrilha esquerda. Durante a investigação, Marie é forçada a contar, e portanto reviver, a história diversas vezes. Mas, quando chega o momento de formalizar a denúncia junto aos investigadores, os dois homens responsáveis pelo caso decidem que ela está mentindo. Eles a intimidam para que Marie mude seu depoimento, dão o caso como encerrado e ainda a acusam de fazer uma denúncia falsa. Três anos depois, as investigadoras Grace Rasmussen (Toni Collette) e Karen Duvall (Merritt Wever) trabalham juntas para tentar localizar um estuprador em série que também tem uma marca de nascença na panturrilha esquerda. A série é baseada nos eventos reais relatados no artigo vencedor do Prêmio Pulitzer de 2015, “An Unbelievable Story of Rape” (“Uma História Inacreditável de Estupro”, em tradução livre), e no livro de 2018, Falsa Acusação. Esta é uma história importante de força, sobrevivência e mulheres determinadas que tiveram a coragem de trazer a verdade à tona.


































































































